
Abertura do carnaval não oficial esquenta o Rio logo no começo do ano
Abertura do carnaval não oficial é aquele momento em que o carioca olha pro calendário, coça o olho e pensa: “já é carnaval mesmo?”. Pois é. Nem bem o ano começou direito e, no próximo domingo, dia quatro, a cidade já entra oficialmente no modo folia extraoficial. Desde dois mil e nove, essa tradição cresce, se espalha e vira quase um aviso informal: agora ninguém segura mais o Rio.
De forma bem direta, a abertura do carnaval não oficial junta cerca de setenta blocos e coletivos espalhados principalmente pelo Centro do Rio de Janeiro, com música rolando cedo, gente fantasiada antes do almoço e aquela sensação boa de que a cidade voltou a sorrir. E olha que nem estamos falando ainda do carnaval oficial.
O clima é de encontro, de ocupação da rua, de diversidade musical e, claro, muita espontaneidade. Nada engessado. Nada quadrado. Cada bloco do seu jeito, no seu ritmo, com seu público fiel e também com quem cai de paraquedas só pra curtir.

Uma tradição que nasceu pequena e virou gigante
Lá em dois mil e nove, a ideia da abertura do carnaval não oficial era simples: reunir blocos independentes que queriam sair da lógica comercial e manter o espírito livre do carnaval de rua. Com o tempo, a coisa tomou corpo. Ano após ano, mais coletivos chegaram, mais foliões apareceram e o evento ganhou respeito.
Hoje, falar de abertura do carnaval não oficial é falar de resistência cultural, de organização coletiva e de amor pela rua. Não tem competição com o carnaval oficial, não. Pelo contrário. É um esquenta, um abraço apertado antes da grande festa.
E cá entre nós: quem é do Rio sabe. Quando o primeiro bloco do ano sai, não tem mais volta.
Blocos parados: pra quem curte curtir sem andar muito
Os blocos parados são perfeitos pra quem quer dançar, cantar e socializar sem aquele empurra-empurra de cortejo. Geralmente rolam em praças, armazéns culturais e bares parceiros.
Tabela geral dos blocos parados
| Horário | Bloco | Local |
|---|---|---|
| Oito horas | Love Songs | Praça Marechal Âncora |
| Nove horas | O Baile Todo | Armazém Utopia |
| Nove horas | Não Monogamia | Praça Mauá |
| Dez horas | Marimbondo Não Respeita | Armazém Utopia |
| Onze horas | Skabloco | Armazém Utopia |
| Doze horas | Calcinhas Bélicas | Praça XV |
| Treze horas | Bloco da Insana | Casa Carnaval Rio |
| Quinze horas | Os biquínis de Ogodô convidam as sungas de Odara | Praça XV |
| Dezessete horas | Só Toca Bloco | Praça XV |
Esses são só alguns exemplos. A lista completa é extensa e mostra bem a diversidade sonora: tem samba, ska, fanfarra, ritmos afro, marchinha desconstruída e até experimentações que só o carnaval de rua permite.
Blocos com cortejo: pra quem gosta de caminhar e cantar
Agora, se você é do time que prefere acompanhar o bloco andando, suando e cantando junto, os cortejos são o seu lugar.
Tabela dos blocos com cortejo
| Horário | Bloco | Concentração |
|---|---|---|
| Oito horas | Bloco da Frida | Pira Olímpica |
| Oito horas | Papagoyaba | Barca Niterói-Rio |
| Nove horas | Vem Cá Minha Flor | Restaurante Albamar |
| Dez horas | Banheira do Gugu | Pira Olímpica |
| Onze horas | Bigode do Leôncio | Arco do Teles |
| Quatorze horas | Surdos e Mundos | Rua Dom Manuel |
| Dezesseis horas | Xepa Gloriosa | Praça XV |
| Dezessete horas | Cordão do Boi Tolo | Local a confirmar |
Aqui, a dica é clássica: chegue antes, hidrate-se e vá com roupa confortável. O resto a rua resolve.


O fenômeno do Boi Tolo e o grande cortejo final
Não tem como falar de abertura do carnaval não oficial sem mencionar o Boi Tolo. Querido, caótico, imprevisível e gigantesco. O cortejo final, marcado para o fim da tarde, costuma reunir vários blocos num só cordão, criando um mar humano difícil de descrever.
O local ainda não foi divulgado, justamente pra manter aquele clima de surpresa e também pra evitar problemas de superlotação. Dica de ouro: siga as redes sociais do bloco no dia.
Aberturinha: o carnaval também é das crianças
Nem só de glitter adulto vive a cidade. Este ano, os organizadores acertaram em cheio ao criar a Aberturinha, uma programação totalmente voltada para o público infantil, no Aterro do Flamengo.
Programação infantil detalhada
| Horário | Atividade |
|---|---|
| Nove às dez e meia | Kidmi Brincante e Oficina de Perna de Pau |
| Dez e meia às onze | Contação de história com Palhaça Claroca |
| Onze ao meio-dia | Banda Fanfarrinha |
📍 Local: Aterro do Flamengo, altura do Belmonte, canteiro central.
É aquele tipo de programa perfeito pra famílias que querem apresentar o carnaval pros pequenos de forma lúdica, segura e educativa.
Dicas práticas pra curtir sem perrengue a abertura do carnaval não oficial
- Chegue cedo aos blocos mais disputados
- Use protetor solar, mesmo se o tempo fechar
- Leve dinheiro trocado
- Respeite os moradores e o espaço público
- Combine ponto de encontro com os amigos
Carnaval bom é carnaval com cuidado coletivo.
Sobre a abertura do carnaval não oficial do carnaval não oficial
A abertura do carnaval não oficial não é só um evento, é um conceito. Ao longo do ano, muita gente pesquisa sobre a abertura do carnaval não oficial pra se planejar, entender horários, descobrir blocos e montar roteiro. Por isso, falar da abertura do carnaval não oficial com clareza ajuda tanto o folião quanto quem produz conteúdo de qualidade.
Quando você entende como funciona a abertura do carnaval não oficial, fica mais fácil aproveitar cada detalhe, desde os blocos menores até os grandes cortejos que tomam o Centro.
Perguntas frequentes sobre a abertura do carnaval não oficial
A abertura do carnaval não oficial é gratuita?
Sim, todos os blocos são gratuitos e acontecem em espaços públicos.
Precisa de ingresso?
Não. Basta chegar e curtir.
É indicado levar crianças?
Sim, especialmente para a Aberturinha no Flamengo.
Os blocos acontecem mesmo com chuva?
Na maioria das vezes, sim. Carioca não foge de garoa.
Posso levar bebida?
Pode, mas evite garrafas de vidro.
Os horários são rígidos?
Não muito. Carnaval de rua tem seu próprio relógio.
Conclusão
A abertura do carnaval não oficial é mais do que um evento no calendário. É um estado de espírito. É quando o Rio lembra quem ele é, ocupa as ruas com alegria e dá o primeiro passo rumo ao carnaval oficial. Seja no Centro, seja no Flamengo com a criançada, a cidade pulsa diferente.
Se você mora aqui, sabe. Se está de visita, agora já entendeu. Domingo é dia de bloco, sorriso aberto e coração leve.







